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	<title>Guedes, Bernardo, Imamura &#38; Associados Consultoria Internacional</title>
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	<description>&#60;!--:pt--&#62;Uma das principais consultorias do país dedicada ao comércio exterior e assuntos internacionais&#60;!--:--&#62;&#60;!--:es--&#62;Una de las consultoras líderes en el país dedicada al comercio exterior y asuntos internacionales&#60;!--:--&#62;&#60;!--:en--&#62;One of the leading consultancies in the country dedicated to foreign trade and international affairs&#60;!--:--&#62;</description>
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		<title>Cresce em 22,3% superávit da balança comercial das cooperativas</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 14:20:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em janeiro de 2012, a balança comercial das cooperativas alcançou um superávit de US$ 329,9 milhões. O resultado, recorde para o período, superou em 22,3% o alcançado em janeiro 2011, quando atingiu US$ 269,8 milhões. No primeiro mês deste ano, as exportações de cooperativas chegaram a US$ 352,9 milhões. Um crescimento de 21% sobre janeiro de 2011. Foi o maior resultado já alcançado pelo setor. Em relação às importações, o valor de US$ 23 milhões, no mesmo período, representou uma expansão de 5,3% em relação a janeiro do ano passado. Assim, a corrente de comércio (soma das exportações e importações) também apresentou o melhor resultado da série histórica: US$ 375,9 milhões. Uma expansão de 19,9% em relação a janeiro de 2011.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em janeiro de 2012, a balança comercial das cooperativas alcançou um superávit de US$ 329,9 milhões. O resultado, recorde para o período, superou em 22,3% o alcançado em janeiro 2011, quando atingiu US$ 269,8 milhões. No primeiro mês deste ano, as exportações de cooperativas chegaram a US$ 352,9 milhões. Um crescimento de 21% sobre janeiro de 2011. Foi o maior resultado já alcançado pelo setor. Em relação às importações, o valor de US$ 23 milhões, no mesmo período, representou uma expansão de 5,3% em relação a janeiro do ano passado. Assim, a corrente de comércio (soma das exportações e importações) também apresentou o melhor resultado da série histórica: US$ 375,9 milhões. Uma expansão de 19,9% em relação a janeiro de 2011.</p>
<p>Exportações</p>
<p>No período, 75 cooperativas brasileiras realizaram exportações. Entre os principais produtos vendidos para o mercado externo destacam-se os do agronegócio: café em grãos ( US$ 71,7 milhões, representando 20,3% do total); farelo de soja (US$ 60,1 milhões, 17%); açúcar refinado (US$ 49,5 milhões, 14%); pedaços e miudezas comestíveis de frango (US$ 38,2 milhões, 10,8%); e etanol (US$ 31,1 milhões, 8,8%).</p>
<p>Quanto aos mercados de destino, as vendas externas das cooperativas alcançaram, em janeiro deste ano, 93 países. Onze a mais que em janeiro do ano passado. Os principais foram: Estados Unidos (vendas de US$ 59,6 milhões, representando 16,9% do total); Alemanha (US$ 32,9 milhões, 9,3%); Reino Unido (US$ 25 milhões, 7,1%); Países Baixos (US$ 20 milhões, 5,7%); e China (US$ 19,7 milhões, 5,6%).</p>
<p>Em janeiro de 2012, das 27 Unidades da Federação, 15 realizaram exportações por meio de cooperativas. O Paraná foi o estado com maior valor de exportações (US$ 116,6 milhões, representando 33% do total). Em seguida, estão Minas Gerais (US$ 82,4 milhões, 23,3%); São Paulo (US$ 63,6 milhões, 18%); Santa Catarina (US$ 29,8 milhões, 8,4%); e Rio Grande do Sul (US$ 26,5 milhões, 7,5%).</p>
<p>Importações</p>
<p>No último mês de janeiro, 37 cooperativas realizaram compras externas. A maioria importou insumos agrícolas (fertilizantes, ração, entre outros). Entre os principais produtos destacam-se: ureia (US$ 8,5 milhões, representando 37,2% do total); cloretos de potássio (US$ 2,6 milhões, 11,2%); diidrogeno-ortofosfato de amônio (US$ 1,9 milhão, 8,3%); farelo de soja (US$ 1,5 milhão, 6,4%); e máquinas e aparelhos para trituração ou moagem de grãos (US$ 1,2 milhão, 5,4%). </p>
<p>As importações das cooperativas foram originárias, no primeiro mês deste ano, de 25 países. Três a mais que em igual período de 2011. Por conta de sua participação no total das compras do setor, merecem destaque as seguintes origens: Ucrânia (US$ 4 milhões, representando 17,5% do total); Estados Unidos (US$ 3,4 milhões, 14,8%); Belarus (US$ 3,3 milhões, 14,3%); Espanha (US$ 2,7 milhões, 12%); e Paraguai (US$ 1,6 milhão, 7,2%).</p>
<p>Em janeiro de 2012, sete estados realizaram importações por meio de cooperativas. O Paraná foi o que teve maior valor de compras externas (US$ 9,1 milhões, representando 39,7% do total). Em seguida, ficaram Santa Catarina (US$ 5,8 milhões, 25,4%); Goiás (US$ 3,2 milhões, 13,9%); Mato Grosso (US$ 2,9 milhões, 12,7%); e Rio Grande do Sul (US$ 1,2 milhão, 5,3%).</p>
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		<title>Anvisa multa em R$ 1 milhão empresa importadora de lixo hospitalar dos EUA</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 00:54:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) multou em R$ 1 milhão a empresa têxtil Na Intimidade, responsável pela importação de dois contêineres de lixo hospitalar importados dos Estados Unidos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) multou em R$ 1 milhão a empresa têxtil Na Intimidade, responsável pela importação de dois contêineres de lixo hospitalar importados dos Estados Unidos.</p>
<p>Em outubro do ano passado, os contêineres com cerca de 46 toneladas de lençóis usados em hospitais norte-americanos e manchados de sangue foram descobertas pela Vigilância Sanitária e Receita Federal no Porto de Suape, em Pernambuco. A empresa havia informado que a importação tratava-se de tecidos de algodão com defeito.</p>
<p>Na época, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multou a empresa, proprietária da loja Império do Forro de Bolso, em R$ 6 milhões pelos danos causados por exposição do material ao meio ambiente.</p>
<p>Em janeiro, parte do lixo hospitalar foi devolvida aos Estados Unidos. Cerca de 40 toneladas, que estavam nos galpões da Império do Forro de Bolso, foram incineradas por determinação da Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa).</p>
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		<title>Dilma abre Festa da Uva defendendo garantias comerciais para produtores e empresários</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 22:49:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A presidenta Dilma Rousseff participou hoje (16) da abertura da 29ª Festa da Uva, em Caxias do Sul, e defendeu garantias comerciais para o setor viticultor, que cultiva vinhas para produção de uvas, vinhos e sucos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A presidenta Dilma Rousseff participou hoje (16) da abertura da 29ª Festa da Uva, em Caxias do Sul, e defendeu garantias comerciais para o setor viticultor, que cultiva vinhas para produção de uvas, vinhos e sucos.</p>
<p>Dilma listou políticas recentes para o setor, como a garantia de preço mínimo para comercialização da uva e a criação de um selo fiscal, mas disse que ainda é preciso avançar em outras medidas. “Continuaremos apoiando a comercialização, não iremos ficar inertes diante da necessidade de investir mais e buscar mais produtividade e no sentido de combater as práticas comerciais predatórias”.</p>
<p>A presidenta disse que o governo irá tomar todas as providências previstas pela Organização Mundial do Comércio (OMC) para preservar o setor de práticas comerciais “assimétricas e danosas” que prejudicam os produtores.</p>
<p>Aos produtores industriais da região, que abriga o segundo maior polo metalmecânico do país, a presidenta disse que o governo tomará medidas para dar suporte aos empresários para que consigam continuar produzindo e exportando diante do cenário da crise econômica internacional. “Saberemos tomar medidas para esse ambiente de extrema concorrência. Iremos este ano aprofundar medidas tributárias de estímulo à produção e exportação, crédito em condições mais adequadas e adoção de medidas de defesa comercial”, observou.</p>
<p>No discurso, a presidenta também homenageou os imigrantes italianos que construíram a cidade de Caxias de Sul, sede da Festa da Uva. “Vivemos aqui um momento de respeito ao povo de Caxias e a todos os imigrantes que fizeram uma parte extraordinária do nosso país. Homens e mulheres corajosos que vieram fazer a vida neste novo mundo. Aqui, na Serra Gaúcha, enfrentaram o paredão e foram capazes de construir, com suas famílias e filhos, uma das regiões mais prósperas do país”.</p>
<p>Os ministros da Agricultura, Mendes Ribeiro, do Turismo, Gastão Vieira, e do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, também participaram da abertura do evento. De Caxias do Sul, a presidenta seguirá para Porto Alegre.</p>
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		<title>Pimentel se reúne com o presidente dos Emirados Árabes Unidos</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 14:03:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, se reuniu na manhã desta quinta-feira (16), em Abu Dhabi, com o presidente dos Emirados Árabes Unidos, xeque Khalifa Bin Zayed Al-Nahyan, com objetivo de fortalecer a relação comercial entre os dois países.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, se reuniu na manhã desta quinta-feira (16), em Abu Dhabi, com o presidente dos Emirados Árabes Unidos, xeque Khalifa Bin Zayed Al-Nahyan, com objetivo de fortalecer a relação comercial entre os dois países.</p>
<p>Na ocasião, o ministro lembrou a complementaridade das duas economias e propôs o aumento dos investimentos dos Emirados no Brasil. &#8220;Nos próximos anos, haverá muitas oportunidades no setor de infraestrutura, com a concessão de portos, aeroportos e rodovias, além das oportunidades de negócios no setor agroindustrial&#8221;, disse Pimentel.</p>
<p>Na audiência, o príncipe Zayed Al-Nahyan defendeu o aumento do comércio Brasil-Emirados Árabes em pelo menos dez vezes nos próximos cinco anos. Em 2011, a corrente de comércio bilateral fechou em US$ 2,64 bilhões, 30% maior do que no ano anterior.</p>
<p>&#8220;Nós queremos estabelecer com o Brasil uma relação pelo menos igual a mantida com importantes parceiros, tais como Índia, China, Franca, Alemanha e Austrália&#8221;, disse o príncipe. Al-Nahyan ressaltou também o interesse dos Emirados Árabes em atrair turistas brasileiros.</p>
<p>Ainda como parte da missão brasileira, o ministro Fernando Pimentel foi o mensageiro de convite da presidenta da República, Dilma Rousseff, ao presidente dos Emirados Árabes Unidos, xeque Khalifa Bin Zayed Al-Nahyan, para participar da Conferência das Nações Unidas Rio + 20. A conferência, que tem o Meio Ambiente como tema, ocorrerá em junho, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Pimentel entregou a carta assinada por Dilma Rousseff ao presidente do Conselho Executivo dos Emirados Árabes Unidos, Mohammed Bin Zayed Al-Nahyan, irmão do xeque, na manhã de hoje, também em Abu Dhabi. Independentemente da presença do xeque, os Emirados Árabes enviarão ao Brasil representantes do Ministério das Relações Exteriores e do Ministério do Meio Ambiente por ocasião da conferência.</p>
<p>Ainda sobre as trocas comerciais entre os dois países, o Brasil registrou em 2011 um superávit de US$ 1,69 bilhão. O país vende, entre outros, açúcar refinado, carne de frango, açúcar de cana, minério de ferro e carne de bovino para os Emirados e compra de lá querosene de aviação, enxofre, gás propano liquefeito, cimentos hidráulicos e uréia.</p>
<p>Além de Pimentel, participaram da audiência o ministro Rubens Gama, diretor do Departamento de Promoção Comercial do Itamaraty, e o presidente da Câmara de Comércio Brasil-Árabe, Salim Taufic Schahin.</p>
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		<title>Está na hora de a China e os EUA lançarem nova relação, diz vice-presidente chinês</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 10:26:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O vice-presidente da China, Xi Jinping, disse hoje (16) que o momento é positivo para um novo ponto de partida histórico nas relações entre os Estados Unidos e a China. Xi que está na lista dos prováveis sucessores do atual presidente chinês, Hu Jintao, disse que a China dá boas-vindas ao papel construtivo dos Estados Unidos na área da Ásia-Pacífico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O vice-presidente da China, Xi Jinping, disse hoje (16) que o momento é positivo para um novo ponto de partida histórico nas relações entre os Estados Unidos e a China. Xi que está na lista dos prováveis sucessores do atual presidente chinês, Hu Jintao, disse que a China dá boas-vindas ao papel construtivo dos Estados Unidos na área da Ásia-Pacífico.</p>
<p>Xi disse, no entanto, que os norte-americanos devem respeitar os interesses da China na região. Xi disse ainda que os Estados Unidos devem se opor ativamente à independência de Taiwan, considerada pelo regime comunista de Pequim uma província rebelde.</p>
<p>No comércio com o Brasil, a China superou os Estados Unidos na parceria comercial. Em 2006, o comércio bilateral alcançava US$ 16 bilhões. Já em 2011 atingiu US$ 77,1 bilhões. No começo desta semana, o vice-primeiro-ministro da China, Wang Qishan, esteve no Brasil para participar da segunda reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban) – grupo responsável por discutir as relações com a China.</p>
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		<title>Pesquisa da Apex aponta necessidades das empresas brasileiras para aumentar competitividade no exterior</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 22:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Informações adequadas para a tomada de decisões, ganhos em escala e redução dos riscos são algumas das necessidades apontadas pelas empresas brasileiras para se tornarem mais competitivas no mercado internacional. A pesquisa feita pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) ouviu 400 companhias nacionais, dentro do processo de planejamento estratégico do órgão, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Informações adequadas para a tomada de decisões, ganhos em escala e redução dos riscos são algumas das necessidades apontadas pelas empresas brasileiras para se tornarem mais competitivas no mercado internacional. A pesquisa feita pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) ouviu 400 companhias nacionais, dentro do processo de planejamento estratégico do órgão, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).</p>
<p>A pesquisa teve como foco 25 competências gerenciais em termos de estratégia, marketing, produção e finanças. “O que a pesquisa procurou avaliar foi quais eram aquelas competências onde havia uma atribuição de importância maior e onde as empresas estavam desempenhando pior”, disse à Agência Brasil a gerente-geral de Negócios da agência, Ana Repezza.</p>
<p>Com base nas respostas, a Apex-Brasil dividiu os grupos de empresas em cinco graus de maturidade exportadora, abrangendo desde as companhias que ainda não exportam até as já internacionalizadas.</p>
<p>As necessidades apontadas são diferentes, disse Ana Repezza. “A gente percebeu que à medida que a maturidade exportadora aumenta, surgem necessidades diferentes para que ela se torne mais competitiva no mercado internacional”. As empresas que ainda não exportam apresentam grande dificuldade para saber tomar as decisões adequadas. “Há uma dificuldade grande de informações para ter um melhor conhecimento e poder tomar decisão de forma menos arriscada”, completou.</p>
<p>De acordo com a gerente, nas empresas mais maduras, o nível de exigência é maior em termos de competitividade. “As empresas mais experientes demonstram interesse em otimizar o custo de produção, ou seja, em ganhar mais escala”, disse. As companhias internacionalizadas têm necessidade de receber informações mais refinadas para diminuir os riscos financeiros na operação efetuada no mercado exterior.</p>
<p>O objetivo da pesquisa foi subsidiar as discussões do planejamento estratégico para que a Apex possa realinhar a lista de produtos e serviços e buscar um parceiro estratégico mais adequado para conseguir atingir esses objetivos. Daí a apresentação, hoje (15), dos resultados da pesquisa para o BNDES. “Para ele [o banco] avaliar, em conjunto com a Apex, como podem atuar para atender às diferentes necessidades das empresas em seus diversos graus de maturidade exportadora”. A pesquisa não teve viés setorial, e englobou empresas de várias áreas econômicas.</p>
<p>Ana Repezza sublinhou que a geração da competitividade é priorizada no Plano Brasil Maior, lançado pela presidenta Dilma Rousseff em agosto do ano passado. “A gente quer ter uma base de competitividade das nossas empresas. O que para nós se traduz em programas de capacitação, treinamento, indução de melhoria de processos nas empresas, inclusive que elas invistam mais em design, inovação em seus produtos, para que conquistem um diferencial no mercado”.</p>
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		<title>Exportações fluminenses têm crescimento recorde de 47% em 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 00:13:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As exportações fluminenses cresceram 47% no ano passado, atingindo o recorde de US$ 29 bilhões. Também as importações subiram 14%, com US$ 19 bilhões, gerando um saldo comercial também recorde, três vezes acima do apurado em 2010. Os dados constam do boletim Rio Exporta, divulgado hoje (14) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As exportações fluminenses cresceram 47% no ano passado, atingindo o recorde de US$ 29 bilhões. Também as importações subiram 14%, com US$ 19 bilhões, gerando um saldo comercial também recorde, três vezes acima do apurado em 2010. Os dados constam do boletim Rio Exporta, divulgado hoje (14) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).</p>
<p>O gerente de Estudos Econômicos da entidade, Guilherme Mercês, declarou à Agência Brasil que o cenário internacional influenciou no resultado apresentado pelo estado. “Em 2011, o mundo como um todo cresceu mais que o Brasil e os empresários, tanto brasileiros, como fluminenses, tiveram que buscar oportunidades no mercado internacional”. Por isso, a parcela da produção industrial destinada ao exterior cresceu no ano passado.</p>
<p>Ele destacou, no caso específico do Rio, que a entrada em operação da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), cuja produção é voltada ao mercado mundial, contribuiu para alavancar as vendas ao exterior. Mercês declarou que enquanto o mundo apresentou expansão de quase 4%, a estimativa no Brasil é crescimento em torno de 3%, em 2011.</p>
<p>Também a participação do Rio de Janeiro nas exportações nacionais foi recorde: 11,5%. “Essa participação fluminense nas exportações brasileiras é a maior da história. É recorde. E está influenciada por um crescimento muito superior das exportações fluminenses em relação às nacionais. Enquanto as vendas externas do Rio de Janeiro cresceram 47% em comparação ao ano anterior, as exportações nacionais subiram 27%”, disse.</p>
<p>O setor metalúrgico foi o grande destaque nos embarques do estado, em 2011, mostra o boletim da Firjan. O aumento observado atingiu cerca de 300% sobre o ano anterior, liderando as exportações fluminenses de produtos industrializados. “Retomou a liderança entre as maiores exportações fluminenses da indústria química. As exportações triplicaram em relação a 2010”.</p>
<p>As exportações de produtos industriais praticamente dobraram em relação a 2010. As vendas da indústria mostraram crescimento de 95%, superando as de petróleo, que tiveram alta de 34%.</p>
<p>Os Estados Unidos mantiveram a liderança dos principais parceiros do comércio exterior do Rio de Janeiro, respondendo por 21,7% do total comercializado pelo estado.</p>
<p>Para 2012, Mercês disse que a crise na Europa deixa um cenário um pouco nebuloso em termos de comércio internacional. Avaliou que isso poderá ter algum reflexo sobre o setor siderúrgico, em especial, “uma vez que a nova siderúrgica do estado tem destinação 100% para os Estados Unidos e a Alemanha”.</p>
<p>Por isso, acredita que a crise europeia e seus impactos podem trazer alguns efeitos negativos para a exportação do estado, que deverá mostrar um crescimento mais moderado este ano.</p>
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		<title>Angra dos Reis teve maior exportação no primeiro mês de 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 17:59:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em janeiro de 2012, os cinco municípios brasileiros que registraram os maiores superávits na balança comercial foram: Angra dos Reis (US$ 749,180 milhões), Parauapebas-PA (US$ 547,034 milhões), Anchieta-ES (US$ 253,131 milhões), Nova Lima-MG (US$ 227,982 milhões) e Santos-SP (US$ 189,746 milhões). ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em janeiro de 2012, os cinco municípios brasileiros que registraram os maiores superávits na balança comercial foram: Angra dos Reis (US$ 749,180 milhões), Parauapebas-PA (US$ 547,034 milhões), Anchieta-ES (US$ 253,131 milhões), Nova Lima-MG (US$ 227,982 milhões) e Santos-SP (US$ 189,746 milhões). </p>
<p>Entre os exportadores, Angra dos Reis-RJ alcançou o maior volume de vendas externas no ano (US$ 986,918 milhões). Na sequência, os que mais exportaram foram: São Paulo-SP (US$ 703,792 milhões), Parauapebas-PA (US$ 571,642 milhões), Rio de Janeiro-RJ (US$ 545,032 milhões) e Paranaguá-PR (US$ 334,648 milhões). </p>
<p>Na lista dos municípios que mais importaram no primeiro mês de 2012, estão: São Paulo-SP (US$ 1,142 bilhão), Manaus-AM (US$ 1,015 bilhão), São Sebastião-SP (US$ 666,291 milhões), Rio de Janeiro-RJ (US$ 545,032 milhões) e Itajaí-SC (US$ 257,107 milhões).</p>
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		<title>Exportações nordestinas foram as que mais cresceram em janeiro</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 17:59:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgou hoje informações referentes à balança comercial das regiões e estados, e ainda dos municípios brasileiros que efetuaram operações com o mercado externo em janeiro de 2012 (22 dias úteis). No período, tiveram déficit as regiões Sul (US$ 784,830 milhões), Sudeste (US$ 545,071 milhões), Nordeste (US$ 469,332 milhões) e Norte (US$ 98,127 milhões). A região Centro-Oeste foi a única que registrou superávit na balança comercial (US$ 392,081 milhões). ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgou hoje informações referentes à balança comercial das regiões e estados, e ainda dos municípios brasileiros que efetuaram operações com o mercado externo em janeiro de 2012 (22 dias úteis). No período, tiveram déficit as regiões Sul (US$ 784,830 milhões), Sudeste (US$ 545,071 milhões), Nordeste (US$ 469,332 milhões) e Norte (US$ 98,127 milhões). A região Centro-Oeste foi a única que registrou superávit na balança comercial (US$ 392,081 milhões). </p>
<p>No levantamento por regiões, as exportações da Região Nordeste foram as que mais cresceram no comparativo entre o mês janeiro de 2012 e o de 2011, com expansão de 19,49%. As vendas nordestinas ao exterior passaram de US$ 1,231 bilhão, em janeiro de 2011, para US$ 1,472 bilhão, neste ano. Os embarques da região corresponderam a 8,10% do total mensal exportado pelo país (US$ 16,141 bilhões).   </p>
<p>Em valores absolutos, a Região Sudeste foi a que mais exportou (US$ 9,097 bilhões) com alta de 2,3% sobre as vendas de 2011 e com participação de 58,45% sobre o total vendido pelo país em janeiro deste ano. As vendas externas da Região Sul tiveram aumento de 17,61%, fechando o mês em US$ 2,957 bilhões. Os embarques desta região representaram 16,53% das exportações brasileiras.  </p>
<p>Considerando o mesmo o período comparativo, o Centro-Oeste registrou aumento de 14,27% nas exportações realizadas em janeiro de 2012 (US$ 1,256 bilhão), com participação de 7,22%. A Região Norte foi a única que teve queda nas vendas ao mercado externo, com retração de 12,71%. O Norte exportou US$ 1,136 bilhão, o que representou 8,56% do total vendido no mês.   </p>
<p>Quanto às importações, o Nordeste foi também o que registrou a maior expansão em comparação janeiro de 2011 (57,03%), com compras no valor de US$ 1,941 bilhão. Em seguida, aparece a Região Norte, com aumento de 22,07% e aquisições no valor de US$ 1,234 bilhão.</p>
<p>A Região Sudeste teve alta de 15,63% nas importações e somou US$ 9,642 bilhões em compras. No Sul (US$ 3,742 bilhões), o crescimento foi de 11,74%. Já o Centro-Oeste comprou US$ 863,966 milhões, com queda de 0,9% em relação ao primeiro mês de 2011. </p>
<p>Estados</p>
<p>Em relação aos estados, São Paulo (US$ 3,671 bilhões) foi o que mais exportou em janeiro de 2012, acompanhado por Minas Gerais (US$ 2,324 bilhões) e Rio de Janeiro (US$ 2,236 bilhões). Em seguida, aparecem Rio Grande do Sul (US$ 1,218 bilhões) e Paraná (US$ 1,128 bilhão). Na comparação com janeiro de 2011, todos os estados brasileiros tiveram variação positiva, com exceção de Roraima (-75,71%), Acre (-65,04%), Pernambuco (-40,32%), Espírito Santo (-22,81%), Amazonas (-17,47%), Minas Gerais (-14,90%), Amapá (-13,62%), Pará (-13,36%), Goiás (-12,09%), Maranhão (-2,86%).  </p>
<p>Nas importações, São Paulo (US$ 6,339 bilhões) foi o estado que mais fez compras no estrangeiro no mês, seguido de Paraná (US$ 1,774 bilhão), Rio de Janeiro (US$ 1,452 bilhão), Santa Catarina (US$ 1,233 bilhão) e Minas Gerais (US$ 1,035 bilhão). Os estados que apresentaram variação negativa para as importações no comparativo com janeiro do ano passado foram: Acre (-93,08%), Tocantins (-53,62%), Goiás (-30,15%), Rio Grande do Sul (-28,16%), Alagoas (-10,85%) e Sergipe (-6,86%).</p>
<p>Quanto ao saldo da balança comercial por estado, os maiores superávits foram registrados por Minas Gerais (US$ 1,289 bilhão), Pará (US$ 855,552 milhões), Rio de Janeiro (US$ 783,833 milhões) Mato Grosso (US$ 522,317 milhões) e Rio Grande do Sul (US$ 484,677 milhões). Os estados mais deficitários foram São Paulo (US$ 2,668 bilhões), Amazonas (US$ 955,833 milhões), Paraná (US$ 645,676 milhões), Santa Catarina (US$ 623,831 milhões), e Maranhão (US$ 352,171 milhões).   </p>
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		<title>Pimentel vai ao Oriente Médio em busca de investimentos e novos mercados para o Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 13:34:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio exterior, Fernando Pimentel, inicia hoje viagem à Arábia Saudita e aos Emirados Árabes em busca de investimentos e negócios para o Brasil. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio exterior, Fernando Pimentel, inicia hoje viagem à Arábia Saudita e aos Emirados Árabes em busca de investimentos e negócios para o Brasil. </p>
<p>À frente da missão empresarial da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), Pimentel vai a Dubai, Abu Dhabi e Riad acompanhado de representantes de 47 empresas dos setores de construção civil, material de construção, defesa e alimentos e bebidas em busca de novos mercados para os produtos brasileiros. </p>
<p>Além de fazer negócio com empresários dos Emirados Árabes e da Arábia Saudita, os brasileiros apresentarão seus produtos e serviços a potenciais compradores do Omã, Catar, Bahrein, Líbano e Kuwait. </p>
<p>Além das ações de promoção comercial, o ministro vai se reunir com autoridades dos dos países para tratar de investimentos no Brasil. A  viagem ao Oriente Médio acontece num momento em que os governos da região buscam oportunidades de investimento nos países emergentes. </p>
<p>Os temas de interesse dos árabes são: segurança alimentar, turismo e hotelaria, autopeças e fontes de energia renováveis. Nos dois países, o ministro fará convites às autoridades locais para a Conferência das Nações Unidas Rio + 20, outro tema que pode entrar na pauta. </p>
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