<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1" ?><?xml-stylesheet type="text/xsl" href="/_styles/rss.xsl"?><rss version="2.0"><channel><title>Guedes e Pinheiro &#187; Notícias</title><link>http://guedesepinheiro.com.br/esp/noticias</link><description>Guedes &amp; Pinheiro es una de las principales consultoras del país dedicadas exclusivamente al comercio exterior y a asuntos internacionales.</description><item><title>Amorim se re&#250;ne com presidente de Portugal</title><link>http://guedesepinheiro.com.br/esp/noticias/noticia.asp?id=5917</link><description>&lt;p&gt;O ministro das Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Exteriores, Celso Amorim, faz palestra hoje (5), &amp;agrave;s 11h45, no Semin&amp;aacute;rio Anual de Embaixadores de Portugal, no Instituto de Defesa Nacional, em Lisboa. Antes, &amp;agrave;s 10h30,&amp;nbsp; re&amp;uacute;ne-se com o presidente portugu&amp;ecirc;s, An&amp;iacute;bal Cavaco Silva, no Pal&amp;aacute;cio de Bel&amp;eacute;m.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O chanceler brasileiro tem encontro tamb&amp;eacute;m com o ministro dos Neg&amp;oacute;cios Estrangeiros, Lu&amp;iacute;s Amado, no Pal&amp;aacute;cio das Necessidades.&lt;/p&gt;&lt;!-- .replace('&lt;p&gt;','').replace('&lt;/p&gt;','') --&gt;<![CDATA[<p><a href="http://guedesepinheiro.com.br/esp/noticias/noticia.asp?id=5917">vea más &#187;</a></p>]]></description></item><item><title>Governo quer manter volume exportado em 2009</title><link>http://guedesepinheiro.com.br/esp/noticias/noticia.asp?id=5916</link><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O secret&amp;aacute;rio de Com&amp;eacute;rcio Exterior do Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior (MDIC), Welber Barral, disse hoje (2/1), durante entrevista coletiva sobre o desempenho da balan&amp;ccedil;a comercial brasileira em 2008, realizada no audit&amp;oacute;rio do MDIC, que o Governo Federal quer manter para este ano o volume de 640 milh&amp;otilde;es de toneladas exportado no ano passado. E, para isso, Barral conta com o que ele chamou de &amp;ldquo;criatividade dos exportadores&amp;rdquo; para conservar a diversifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pauta e dos destinos dos produtos brasileiros. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Segundo o secret&amp;aacute;rio, diferentemente de anos anteriores, o MDIC ainda n&amp;atilde;o divulgou meta para as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o ano de 2009 em virtude da dificuldade de se estimar o comportamento m&amp;eacute;dio dos pre&amp;ccedil;os das principais commodities exportadas pelo Pa&amp;iacute;s. Entretanto, ele avaliou que mesmo diante de uma poss&amp;iacute;vel estagna&amp;ccedil;&amp;atilde;o no com&amp;eacute;rcio mundial no primeiro trimestre do ano, o d&amp;oacute;lar mais valorizado favorece a atividade exportadora e aumenta a competitividade dos produtos brasileiros em mercados estrangeiros. &amp;quot;Em m&amp;eacute;dia, a alta do d&amp;oacute;lar tem compensado as quedas de pre&amp;ccedil;os que foram verificadas no segundo semestre do ano passado&amp;quot;, ressaltou.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Com rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao comportamento das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras em 2008 e o fato de terem ficado 2% abaixo da meta de US$ 202 bilh&amp;otilde;es divulgada pelo Governo, Welber Barral destacou os efeitos da crise econ&amp;ocirc;mica mundial nesse resultado. Segundo ele, de janeiro a outubro, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es acumularam um crescimento de 28% contra 1% verificado em novembro e dezembro. J&amp;aacute; as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, na mesma compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, registraram alta de 51,6% de janeiro a outubro e de 9% nos dois &amp;uacute;ltimos meses de 2008. &amp;ldquo;Nesse cen&amp;aacute;rio j&amp;aacute; afetado pela crise, o que pudemos perceber com os n&amp;uacute;meros da balan&amp;ccedil;a &amp;eacute; que houve, proporcionalmente, uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o maior das importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos dois &amp;uacute;ltimos meses do ano&amp;rdquo;, explicou.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Na m&amp;eacute;dia anual, as vendas internacionais de produtos b&amp;aacute;sicos aumentaram 39,9% sobre o ano de 2007. Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do secret&amp;aacute;rio o crescimento das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de b&amp;aacute;sicos se deu mais pelas altas dos pre&amp;ccedil;os internacionais das principais commodities, no primeiro semestre, do que pela quantidade embarcada. Apesar de terem somado o maior crescimento das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es no ano, os produtos b&amp;aacute;sicos responderam por 36,9% dos embarques brasileiros contra 60,5% dos produtos industrializados. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O crescimento das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras para pa&amp;iacute;ses em desenvolvimento, ao longo de 2008, tamb&amp;eacute;m influenciou positivamente a balan&amp;ccedil;a comercial de 2008, segundo dados da Secretaria de Com&amp;eacute;rcio Exterior do MDIC (Secex). Os n&amp;uacute;meros mostram que houve um incremento de 47,5% nas vendas brasileiras para pa&amp;iacute;ses asi&amp;aacute;ticos; 23,8% para os outros pa&amp;iacute;ses do Mercosul;&amp;nbsp; 24,4% para o Oriente M&amp;eacute;dio e 28% para a Europa Oriental. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Para o primeiro trimestre de 2009, as expectativas s&amp;atilde;o de que as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es devam apresentar comportamento semelhante ao verificado nos &amp;uacute;ltimos dois meses do ano passado, quando, por exemplo, as vendas de petr&amp;oacute;leo, mesmo tendo apresentando queda de 33,6% nos pre&amp;ccedil;os em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2007, registraram alta de 5,6% no valor exportado em virtude da eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o da quantidade embarcada. Outros produtos tamb&amp;eacute;m apresentaram alta na quantidade exportada, foi o caso de a&amp;ccedil;&amp;uacute;car (+28,6%), caf&amp;eacute; (+27,7%), soja em gr&amp;atilde;o (+7,2%), tubos de ferro e a&amp;ccedil;o (+74%) e etanol (+80,7%). &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;De acordo com o levantamento feito pela Secex, o segundo semestre de 2008 apresentou uma m&amp;eacute;dia de pre&amp;ccedil;os de commodities menor que a verificada no primeiro semestre, por&amp;eacute;m, na m&amp;eacute;dia, os valores ainda est&amp;atilde;o acima dos praticados em 2007. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Sobre as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras, o secret&amp;aacute;rio de com&amp;eacute;rcio exterior destacou as compras de bens de capital que cresceram 41% ao longo de 2008 e a import&amp;acirc;ncia das compras de mat&amp;eacute;rias-primas e bens intermedi&amp;aacute;rios, cujo aumento foi de 38,6%. &amp;ldquo;A pauta de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira &amp;eacute; muito madura. Nossas importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de bens de consumo n&amp;atilde;o dur&amp;aacute;veis cresceram menos que outras categorias importantes como os bens de consumo dur&amp;aacute;veis, bens de capital, mat&amp;eacute;rias-primas e bens intermedi&amp;aacute;rios. Isso &amp;eacute; importante por que mesmo em tempos de crise verificamos um aumento substancial em importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que significam investimentos no parque industrial brasileiro&amp;rdquo;. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O peso da varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pre&amp;ccedil;o do barril do petr&amp;oacute;leo ao longo de 2008 tamb&amp;eacute;m foi outro ponto que influenciou muito a balan&amp;ccedil;a comercial em 2008. No ano, a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de petr&amp;oacute;leo e derivados somou 18,2% dos US$ 173,2 bilh&amp;otilde;es desembarcados no Brasil. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Ao longo de 2008, foram observados crescimento de importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de diversas origens, com destaque das compras do Oriente M&amp;eacute;dio (+ 92,1%) e da Europa Oriental (90,7%), que segundo o secret&amp;aacute;rio Barral, refletiram as altas dos pre&amp;ccedil;os de petr&amp;oacute;leo e de fertilizantes. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Super&amp;aacute;vit&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Em 2008, o super&amp;aacute;vit comercial somou US$ 24,735 bilh&amp;otilde;es &amp;ndash; resultante de exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de US$ 197,9 bilh&amp;otilde;es e importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de US$ 173,2 bilh&amp;otilde;es &amp;ndash; menor valor desde 2002, quando o saldo foi de US$ 13,122 bilh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;<![CDATA[<p><a href="http://guedesepinheiro.com.br/esp/noticias/noticia.asp?id=5916">vea más &#187;</a></p>]]></description></item><item><title>Balan&#231;a comercial registra novos recordes hist&#243;ricos em 2008</title><link>http://guedesepinheiro.com.br/esp/noticias/noticia.asp?id=5915</link><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Nos 253 dias &amp;uacute;teis de 2008, as empresas brasileiras exportaram US$ 197,942 bilh&amp;otilde;es (m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de US$ 782,4 milh&amp;otilde;es) e importaram US$ 173,207 bilh&amp;otilde;es (m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de US$ 684,6 milh&amp;otilde;es), valores que representam recordes hist&amp;oacute;ricos para ambas as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Nesse per&amp;iacute;odo, a balan&amp;ccedil;a comercial brasileira registrou um super&amp;aacute;vit (diferen&amp;ccedil;a entre o valor exportado e o importado) de US$ 24,735 bilh&amp;otilde;es (m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de US$ 97,8 milh&amp;otilde;es). A corrente de com&amp;eacute;rcio (soma dos valores exportados com os importados) &amp;eacute; tamb&amp;eacute;m hist&amp;oacute;rica e somou US$ 371,149 bilh&amp;otilde;es, o que representou, em m&amp;eacute;dia, opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de US$ 1,467 bilh&amp;atilde;o por dia &amp;uacute;til do ano passado. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Pelo crit&amp;eacute;rio da m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria, as vendas de produtos brasileiros para mercados internacionais cresceram 21,8% no ano passado em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao desempenho m&amp;eacute;dio di&amp;aacute;rio das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es em 2007 (US$ 642,6 milh&amp;otilde;es). As importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, na mesma compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, apresentaram alta de 41,9%, saindo de uma m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de US$ 482,5 milh&amp;otilde;es, em 2007, para US$ 684,6 milh&amp;otilde;es em 2008. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O super&amp;aacute;vit comercial verificado no ano passado &amp;ndash; tamb&amp;eacute;m pela m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria &amp;ndash; ficou 38,9% menor que o de 2007, quando o desempenho m&amp;eacute;dio di&amp;aacute;rio foi de US$ 160,1 milh&amp;otilde;es. A corrente de com&amp;eacute;rcio, pelo mesmo crit&amp;eacute;rio de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, apresentou incremento de 30,4% ao somar US$ 1,467 bilh&amp;atilde;o em 2008 contra US$ 1,125 bilh&amp;atilde;o em 2007.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Meta das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras em 2008 ficaram 2% abaixo da meta de US$ 202 bilh&amp;otilde;es divulgada pelo Governo Federal em setembro de 2008. Ao longo do ano, o valor foi sendo ajustado em conformidade com o desempenho das vendas de produtos brasileiros para mercados internacionais. A primeira meta estabelecida para o ano foi divulgada em novembro de 2007 e previa exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de US$ 172 bilh&amp;otilde;es. Em mar&amp;ccedil;o do ano passado, a cifra foi elevada para US$ 180 bilh&amp;otilde;es e em julho para US$190 bilh&amp;otilde;es. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Dezembro&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;No m&amp;ecirc;s de dezembro, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es somaram US$ 13,818 bilh&amp;otilde;es, quando foi verificado um desempenho m&amp;eacute;dio di&amp;aacute;rio de US$ 628,1 milh&amp;otilde;es, valor 11,7% menor que o registrado em todo o m&amp;ecirc;s de dezembro do ano passado (US$ 711,6 milh&amp;otilde;es). Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es em novembro de 2008 (US$ 737,7 milh&amp;otilde;es), a queda registrada foi de 14,9%.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;As importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, no mesmo per&amp;iacute;odo, totalizaram US$ 11,517 bilh&amp;otilde;es (m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de US$ 523,5 milh&amp;otilde;es). Na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o desempenho m&amp;eacute;dio di&amp;aacute;rio em dezembro de 2007 (US$ 529,6 milh&amp;otilde;es) a cifra ficou 1,2% menor, enquanto houve decr&amp;eacute;scimo de 20,3% sobre a m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria das importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras registrada em novembro de 2008 (US$ 657 milh&amp;otilde;es). O saldo comercial de dezembro ficou em US$ 2,301 bilh&amp;otilde;es, com m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de US$ 104,6 milh&amp;otilde;es. Por este crit&amp;eacute;rio, o super&amp;aacute;vit apresentou uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 42,5% sobre o saldo comercial m&amp;eacute;dio apresentado em dezembro de 2007 (US$ 182 milh&amp;otilde;es), mas ao se comparar com a m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria do saldo comercial em novembro de 2008 (US$ 80,7 milh&amp;otilde;es), foi registrada alta de 29,7%.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Quarta e quinta semanas de dezembro&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Na quarta semana de dezembro, entre os dias 22 e 28, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras alcan&amp;ccedil;aram US$ 2,516 bilh&amp;otilde;es (m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de US$ 629 milh&amp;otilde;es) e as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es US$ 1,735 bilh&amp;atilde;o (m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de US$ 433,8 milh&amp;otilde;es). O super&amp;aacute;vit registrado nessa semana foi de US$ 781 milh&amp;otilde;es e a corrente de com&amp;eacute;rcio US$ 4,251 bilh&amp;otilde;es. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Nos tr&amp;ecirc;s dias &amp;uacute;teis da quinta semana do m&amp;ecirc;s (de 29 a 31), os embarques de produtos brasileiros para mercados estrangeiros somaram US$ 1,375 bilh&amp;atilde;o (m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de US$ 458,3 milh&amp;otilde;es) e os desembarques de bens importados US$ 783 milh&amp;otilde;es (m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de US$ 261 milh&amp;otilde;es). O saldo comercial da &amp;uacute;ltima semana de dezembro ficou em US$ 592 milh&amp;otilde;es e o fluxo comercial US$ 2,158 bilh&amp;otilde;es. &lt;/p&gt;<![CDATA[<p><a href="http://guedesepinheiro.com.br/esp/noticias/noticia.asp?id=5915">vea más &#187;</a></p>]]></description></item><item><title>Minist&#233;rio nomeia aprovados no concurso de analista de com&#233;rcio exterior</title><link>http://guedesepinheiro.com.br/esp/noticias/noticia.asp?id=5914</link><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Foi publicada hoje (30/12) no Di&amp;aacute;rio Oficial da Uni&amp;atilde;o (DOU) a portaria de nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos 40 candidatos aprovados para exercer o cargo efetivo de Analista de Com&amp;eacute;rcio Exterior do Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior (MDIC). A posse ser&amp;aacute; coletiva, com hor&amp;aacute;rio a ser divulgado posteriormente, e ocorrer&amp;aacute; no dia 23 de janeiro de 2009, na sede do MDIC, na Esplanada dos Minist&amp;eacute;rios, Bloco J, Bras&amp;iacute;lia/DF.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Para tomar posse, os candidatos precisam apresentar, de hoje at&amp;eacute; o dia 23, curr&amp;iacute;culo atualizado, formul&amp;aacute;rio de declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bens e valores, foto 3x4, declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uni&amp;atilde;o est&amp;aacute;vel, termo de responsabilidade e uma c&amp;oacute;pia, junto com os originais, dos seguintes documentos: certid&amp;atilde;o de nascimento ou de casamento, carteira de identidade, t&amp;iacute;tulo de eleitor, CPF e certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reservista, entre outros, al&amp;eacute;m dos exames m&amp;eacute;dicos especificados no edital do concurso.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Os aprovados que desejarem ser empossados em data diversa, ter&amp;atilde;o o prazo de at&amp;eacute; 30 dias ap&amp;oacute;s a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta portaria.&lt;/p&gt;<![CDATA[<p><a href="http://guedesepinheiro.com.br/esp/noticias/noticia.asp?id=5914">vea más &#187;</a></p>]]></description></item><item><title>MDIC divulga novo esquema do Sistema Geral de Prefer&#234;ncias da Uni&#227;o Europ&#233;ia</title><link>http://guedesepinheiro.com.br/esp/noticias/noticia.asp?id=5913</link><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A Secretaria de Com&amp;eacute;rcio Exterior (Secex) do Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior (MDIC) publicou na sexta-feira (26/12), a &lt;a href=&quot;https://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?data=26/12/2008&amp;amp;jornal=1&amp;amp;pagina=170&amp;amp;totalArquivos=196&quot;&gt;Circular Secex n&amp;ordm; 92&lt;/a&gt;, que divulga o novo esquema do Sistema Geral de Prefer&amp;ecirc;ncias (SGP) da Uni&amp;atilde;o Europ&amp;eacute;ia, que entra em vigor a partir de 1&amp;ordm; de janeiro de 2009. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O texto da circular tamb&amp;eacute;m apresentou o endere&amp;ccedil;o eletr&amp;ocirc;nico do MDIC, no qual o exportador brasileiro encontrar&amp;aacute; as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es consolidadas e selecionadas referentes aos crit&amp;eacute;rios utilizados para a concess&amp;atilde;o de tratamento tarif&amp;aacute;rio preferencial do SGP do bloco europeu. Para ler, &lt;a href=&quot;http://null/sitio/interna/interna.php?area=5&amp;amp;menu=528&amp;amp;refr=407&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;. Neste link, est&amp;atilde;o dispon&amp;iacute;veis dados como o funcionamento do SGP da Uni&amp;atilde;o Europ&amp;eacute;ia, os produtos brasileiros cobertos pelo sistema, al&amp;eacute;m de regras de transporte de produtos, certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de origens e outros.&lt;/p&gt;<![CDATA[<p><a href="http://guedesepinheiro.com.br/esp/noticias/noticia.asp?id=5913">vea más &#187;</a></p>]]></description></item><item><title>Aberta Consulta P&#250;blica para a cria&#231;&#227;o da Nomenclatura Brasileira de Servi&#231;os</title><link>http://guedesepinheiro.com.br/esp/noticias/noticia.asp?id=5912</link><description>&lt;p&gt;A Comiss&amp;atilde;o do Sistema Integrado de Com&amp;eacute;rcio Exterior de Servi&amp;ccedil;os (SISCOSERV) publicou hoje, no Di&amp;aacute;rio Oficial da Uni&amp;atilde;o, Consulta P&amp;uacute;blica para que sejam apresentadas sugest&amp;otilde;es relativas &amp;agrave; proposta de institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Nomenclatura Brasileira de Servi&amp;ccedil;os (NBS), visando ao seu aperfei&amp;ccedil;oamento, antes de sua edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A Comiss&amp;atilde;o do SICOSERV&amp;nbsp;&amp;eacute; composta pelos titulares da Secretaria de Com&amp;eacute;rcio e Servi&amp;ccedil;os do MDIC, da Secretaria da Receita Federal do Brasil e das Diretorias de Assuntos Internacionais e de Pol&amp;iacute;tica Econ&amp;ocirc;mica do Banco Central do Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A&amp;nbsp;NBS ser&amp;aacute; um classificador brasileiro que englobar&amp;aacute; o setor de servi&amp;ccedil;os, opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es mistas e explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o (licenciamento e cess&amp;atilde;o) de direitos, composto de nove d&amp;iacute;gitos, iniciando pelo n&amp;uacute;mero 1, para distinguir a nomenclatura de servi&amp;ccedil;os da nomenclatura de bens. A constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da NBS tem como refer&amp;ecirc;ncia a Central Product Classification (CPC), classificador internacional das Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es Unidas e a sua estrutura ser&amp;aacute; id&amp;ecirc;ntica a da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As sugest&amp;otilde;es ao texto da NBS dever&amp;atilde;o conter justificativa para a nova proposta e,&amp;nbsp;caso exista, indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da medida legal. As propostas podem ser encaminhadas ao MDIC at&amp;eacute; o dia 23 de fevereiro de 2009, atrav&amp;eacute;s dos seguintes meios:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Carta: Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior, Secretaria de Com&amp;eacute;rcio e Servi&amp;ccedil;os, Esplanada dos Minist&amp;eacute;rios, Bloco &amp;quot;J&amp;quot;, Protocolo, T&amp;eacute;rreo, Bras&amp;iacute;lia, DF, CEP 70053-900&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fax: (61) 2109-7871&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E-mail: &lt;a href=&quot;mailto:siscoserv@desenvolvimento.gov.br&quot;&gt;siscoserv@desenvolvimento.gov.br&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;<![CDATA[<p><a href="http://guedesepinheiro.com.br/esp/noticias/noticia.asp?id=5912">vea más &#187;</a></p>]]></description></item><item><title>Camex prorroga por at&#233; dois anos concess&#245;es em vigor do regime de Ex-tarif&#225;rio</title><link>http://guedesepinheiro.com.br/esp/noticias/noticia.asp?id=5911</link><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A C&amp;acirc;mara de Com&amp;eacute;rcio Exterior (Camex) publicou hoje (19/12) no Di&amp;aacute;rio Oficial da Uni&amp;atilde;o (DOU), a Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;a href=&quot;http://null/arquivos/dwnl_1229694748.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;n&amp;ordm; 82&lt;/a&gt;, de 18 de dezembro de 2008, que prorroga por at&amp;eacute; dois anos, a partir do dia 1&amp;ordm; de janeiro de 2009, todas as concess&amp;otilde;es do regime de Ex-tarif&amp;aacute;rios simples e sistemas integrados para bens de capital (BK). A aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessa medida foi definida durante a reuni&amp;atilde;o da C&amp;uacute;pula do Mercado Comum do Mercosul, com a presen&amp;ccedil;a dos chefes de Estado do bloco, realizada nesta semana na Costa de Sau&amp;iacute;pe (BA).&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Com a medida, os bens de capital integrar&amp;atilde;o a partir do primeiro dia de 2009 o Regime Comum de Bens de Capital N&amp;atilde;o Produzidos no Mercosul, com al&amp;iacute;quotas do Imposto de Importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (II) reduzidas para 2%, aprovadas pelas decis&amp;otilde;es CMC n&amp;ordm; 34/03, n&amp;ordm; 40/05 e n&amp;ordm; 58/08. Ficam prorrogados ainda, com al&amp;iacute;quotas reduzidas para 0%, os Ex-tarif&amp;aacute;rios simples e sistemas integrados de BK especiais, por at&amp;eacute; dois anos.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;BIT&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos Bens de Inform&amp;aacute;tica e Telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es (BIT), foram prorrogados, a partir de 1&amp;ordm; de janeiro de 2009 at&amp;eacute; o dia 30 de junho de 2010, os Ex-tarif&amp;aacute;rios &amp;ndash; simples, especiais e sistemas integrados &amp;ndash; concedidos com al&amp;iacute;quotas do II para 2%. J&amp;aacute; os Ex-tarif&amp;aacute;rios simples e sistemas integrados de BIT especiais concedidos pelo regime ser&amp;atilde;o prorrogados por at&amp;eacute; um ano, com redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de al&amp;iacute;quotas do imposto de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para 0%. A medida tamb&amp;eacute;m foi publicada hoje pela Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o Camex &lt;a href=&quot;http://null/arquivos/dwnl_1229694726.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;n&amp;ordm; 81&lt;/a&gt;, de 12 de dezembro de 2008.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O texto ainda altera a Lista de Exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es de BIT, por at&amp;eacute; dois anos (31 de dezembro de 2010). Essa nova revis&amp;atilde;o entrar&amp;aacute; em vigor a partir de 1&amp;ordm; de janeiro de 2009.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Al&amp;eacute;m disso, foram inclu&amp;iacute;dos os c&amp;oacute;digos da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) de transmissores digitais de televis&amp;atilde;o na Lista de Exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es de BIT (8525.50.21, 8525.50.23, 8525.50.24) e de impressoras multifuncionais e suas partes e pe&amp;ccedil;as (8443.32.33 e 8443.32.35), com eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o tempor&amp;aacute;ria das al&amp;iacute;quotas do imposto de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 0% para 12%, em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o do in&amp;iacute;cio de fabrica&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional. No entanto, deixam de fazer parte da Lista de Exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es os seguintes c&amp;oacute;digos: as impressoras (8443.32.21, 8443.32.32) e tubos para televisores em cores (8540.40.00). &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Defesa Comercial&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Outras medidas da Camex, publicadas hoje, foram relativas &amp;agrave; defesa comercial. A Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o Camex &lt;a href=&quot;http://null/arquivos/dwnl_1229694686.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;n&amp;ordm; 79&lt;/a&gt; (de 18/12/2008), trata da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de direito antidumping provis&amp;oacute;rio, por at&amp;eacute; seis meses, nas importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras de pneus de carga, de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o radial, de aros 20&amp;rdquo;, 22&amp;rdquo; e 22,5&amp;rdquo; (NCM 4011.20.90), origin&amp;aacute;rias da Rep&amp;uacute;blica Popular da China. Com a medida, passam a incidir al&amp;iacute;quotas espec&amp;iacute;ficas fixas de US$ 1,33/kg. O produto se refere aos tipos de pneus utilizados em &amp;ocirc;nibus e caminh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;J&amp;aacute; a Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;a href=&quot;http://null/arquivos/dwnl_1229694707.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;n&amp;ordm; 80&lt;/a&gt; (de 18/12/2008), prorrogou a suspens&amp;atilde;o da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do direito antidumping definitivo sobre as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras de resinas de tereftalato de polietileno (PET) &amp;ndash; principal mat&amp;eacute;ria-prima para fabrica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de resina PET &amp;ndash;, origin&amp;aacute;rias da empresa DAK-Americas-Argentina e demais exportadores argentinos. O produto &amp;eacute; classificado no item 3907.60.00 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM).&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Camex&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A Camex &amp;eacute; um &amp;oacute;rg&amp;atilde;o interministerial e a inst&amp;acirc;ncia m&amp;aacute;xima de delibera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Governo Federal em mat&amp;eacute;ria de com&amp;eacute;rcio exterior. O &amp;oacute;rg&amp;atilde;o &amp;eacute; composto de sete minist&amp;eacute;rios. S&amp;atilde;o eles: Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior; Fazenda; Planejamento, Or&amp;ccedil;amento e Gest&amp;atilde;o; Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Exteriores; Agricultura, Pecu&amp;aacute;ria e Abastecimento; Desenvolvimento Agr&amp;aacute;rio; e, Casa Civil.&lt;/p&gt;<![CDATA[<p><a href="http://guedesepinheiro.com.br/esp/noticias/noticia.asp?id=5911">vea más &#187;</a></p>]]></description></item><item><title>EUA estabelecem aviso pr&#233;vio de importa&#231;&#227;o para produtos aliment&#237;cios</title><link>http://guedesepinheiro.com.br/esp/noticias/noticia.asp?id=5910</link><description>&lt;p&gt;A Secretaria de Com&amp;eacute;rcio Exterior (Secex) do Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior (MDIC) publicou hoje (18/12), no Di&amp;aacute;rio Oficial da Uni&amp;atilde;o (DOU), a &lt;a href=&quot;https://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?data=18/12/2008&amp;amp;jornal=1&amp;amp;pagina=132&amp;amp;totalArquivos=176&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Circular n&amp;ordm; 87&lt;/a&gt;, de 17 de dezembro de 2008, que comunica as novas exig&amp;ecirc;ncias estabelecidas pelo &amp;oacute;rg&amp;atilde;o regulador da vigil&amp;acirc;ncia sanit&amp;aacute;ria dos Estados Unidos &amp;ndash; U.S. Food and Drug Administration (USFDA) &amp;ndash; para a importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de alimentos e produtos alimentares. O texto trata de mais um regulamento para a implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei de Bioterrorismo daquele pa&amp;iacute;s e entra em vigor a partir de 6 de maio de 2009.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A norma norte-americana determina que os exportadores de produtos aliment&amp;iacute;cios ter&amp;atilde;o que apresentar um &amp;ldquo;aviso pr&amp;eacute;vio de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, que ser&amp;aacute; submetido eletronicamente ao governo dos Estados Unidos. O legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o diz ainda que este aviso dever&amp;aacute; ter seu recebimento confirmando pelo USFDA, sob pena de os produtos serem recusados e retidos pela alf&amp;acirc;ndega norte-americana.&lt;/p&gt;<![CDATA[<p><a href="http://guedesepinheiro.com.br/esp/noticias/noticia.asp?id=5910">vea más &#187;</a></p>]]></description></item><item><title>Abiec informa que exporta&#231;&#245;es de carne bovina ca&#237;ram 33% em novembro</title><link>http://guedesepinheiro.com.br/esp/noticias/noticia.asp?id=5909</link><description>&lt;p&gt;As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de carne bovina ca&amp;iacute;ram 33% em novembro, na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo m&amp;ecirc;s do ano passado. Em novembro deste ano foram exportadas 132.609 toneladas contra 197.139 em novembro de 2007. Em valores, a queda foi de 14%, com um faturamento de US$ 335.729 milh&amp;otilde;es em novembro de 2008 contra US$ 389.485 milh&amp;otilde;es em novembro de 2007. Os dados foram divulgados hoje (18), pela Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira das Ind&amp;uacute;strias Exportadoras de Carne (Abiec).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No acumulado de janeiro a novembro, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es chegaram a 2.022.130 milh&amp;otilde;es de toneladas, 14% a menos do que no mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado, quando o Brasil vendeu 2.360.600 milh&amp;otilde;es de toneladas para o mercado externo. Em valores, houve crescimento de 22%, com US$ 5.009.536 bilh&amp;otilde;es exportados ante US$ 4.095.135 bilh&amp;otilde;es no acumulado de janeiro a novembro de 2007.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com os dados, na primeira quinzena de dezembro de 2008 as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es haviam atingido o volume de 58.408 mil toneladas, ante as 74.913 mil toneladas exportadas no mesmo per&amp;iacute;odo de 2007, registrando uma queda de 22%. Com rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao valores foram exportados US$ 124.292 milh&amp;otilde;es nos quinze primeiros dias de dezembro contra US$ 150.761 milh&amp;otilde;es no mesmo per&amp;iacute;odo de 2007. Nesse caso a queda foi de 18%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o presidente da Abiec, Roberto Giannetti da Fonseca, a queda de volumes e valores das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de carne registradas em outubro e novembro &amp;eacute; preocupante, porque decorre da queda das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a R&amp;uacute;ssia, o principal mercado do produto fora do Brasil. &amp;ldquo;A R&amp;uacute;ssia &amp;eacute; respons&amp;aacute;vel por 38% das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e como est&amp;aacute; muito atingida pela crise e teve problemas de cr&amp;eacute;dito, n&amp;atilde;o p&amp;ocirc;de manter o n&amp;iacute;vel de importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es anterior&amp;rdquo;. Ele disse ser muito cedo para avaliar o que pode acontecer na R&amp;uacute;ssia, mas avaliou que o problema de cr&amp;eacute;dito deve ser resolvido gradualmente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Giannetti da Fonseca ressaltou que h&amp;aacute; outros mercados emergentes que ainda n&amp;atilde;o foram atingidos pela crise e devem manter o mesmo volume de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Brasil no ano de 2009. Por conta disso, a Abiec n&amp;atilde;o acredita que o setor seja muito afetado pela crise econ&amp;ocirc;mica global. &amp;ldquo;Dever&amp;aacute; haver alguma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um mercado pelo outro, mas vamos fazer um esfor&amp;ccedil;o muito grande para manter os n&amp;iacute;veis de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, emprego e exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ind&amp;uacute;stria da carne bovina&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O presidente da Abiec afirmou que j&amp;aacute; houve demiss&amp;otilde;es no setor, mas nada relevante, j&amp;aacute; que a ind&amp;uacute;stria da carne bovina emprega de forma intensiva. &amp;ldquo;N&amp;oacute;s temos, s&amp;oacute; nos frigor&amp;iacute;ficos grandes, mais de 100 mil empregos diretos e cercade 500 mil indiretos. Portanto, &amp;eacute; importante que mantenhamos a empregabilidade, mesmo que haja mecanismos, como redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada de trabalho ou substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o tempor&amp;aacute;ria do contrato de trabalho, que poder&amp;atilde;o ser utilizados caso a crise se agrave&amp;rdquo;, disse Giannetti da Fonseca.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para tentar reverter as quedas, a Abiec aposta na recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mercado do Chile e da Uni&amp;atilde;o Europ&amp;eacute;ia, locais para onde o Brasil estava impedido de exportar por conta de barreiras sanit&amp;aacute;rias impostas em 2007. Segundo Giannetti, as negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es para quebrar essas barreiras ocorreram durante todo o ano de 2008. &amp;ldquo;No momento, h&amp;aacute; uma perspectiva de abertura desses mercados. Na Uni&amp;atilde;o Europ&amp;eacute;ia j&amp;aacute; est&amp;aacute; ocorrendo e no Chile deve ocorrer no in&amp;iacute;cio de 2009. Com isso, vamos ter a capacidade de retomar nossa posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o hist&amp;oacute;rica nesse mercado, crescendo na ordem de 150 mil toneladas a mais do que fizemos este ano&amp;rdquo;, garantiu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Giannetti da Fonseca disse tamb&amp;eacute;m que o pre&amp;ccedil;o da carne no mercado interno j&amp;aacute; est&amp;aacute; caindo porque a demanda mundial diminuiu. &amp;ldquo;A queda dos pre&amp;ccedil;os no mercado mundial, de novembro para c&amp;aacute;, foi em torno de 10%, o que &amp;eacute; pequena em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a outros setores que ca&amp;iacute;ram muito mais&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Giannetti da Fonseca, o setor deve fechar o ano com cerca de US$ 5.3 bilh&amp;otilde;es. Para o ano que vem os n&amp;uacute;meros devem chegar no mesmo valor ou talvez um pouco mais. &amp;ldquo;Talvez com os pre&amp;ccedil;os um pouco mais baixos, mas ainda mantendo o volume para os principais mercados e ganhando posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Uni&amp;atilde;o Europ&amp;eacute;ia, possamos ter os volumes tamb&amp;eacute;m muito pr&amp;oacute;ximos dos observados neste ano. Enfim, uma estabilidade em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2008. Mas, para quem est&amp;aacute; acostumado a crescer 15% a 20% ao ano desde 2001, a estabilidade &amp;eacute; uma vis&amp;atilde;o conservadora do que vem ocorrendo&amp;rdquo;, disse o presidente da Abiec.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;!-- .replace('&lt;p&gt;','').replace('&lt;/p&gt;','') --&gt;<![CDATA[<p><a href="http://guedesepinheiro.com.br/esp/noticias/noticia.asp?id=5909">vea más &#187;</a></p>]]></description></item><item><title>Presidentes pedem que EUA mantenham prefer&#234;ncias tarif&#225;rias para Bol&#237;via</title><link>http://guedesepinheiro.com.br/esp/noticias/noticia.asp?id=5908</link><description>&lt;p&gt;Em um comunicado de apoio &amp;agrave; Bol&amp;iacute;via, os 33 pa&amp;iacute;ses que participaram da C&amp;uacute;pula da Am&amp;eacute;rica Latina e do Caribe sobre Integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Desenvolvimento (Calc), pedem aos Estados Unidos que mantenham as prefer&amp;ecirc;ncias tarif&amp;aacute;rias oferecidas pela Lei de Promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o Comercial Andina e Erradica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Drogas (Atpdea). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; com o impacto que o fim do acordo pode provocar no com&amp;eacute;rcio entre os dois pa&amp;iacute;ses e suas conseq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncias sobre o emprego na Bol&amp;iacute;via.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com o presidente boliviano, Evo Morales, as prefer&amp;ecirc;ncias tarif&amp;aacute;rias permitiam &amp;agrave; Bol&amp;iacute;via exportar US$ 21 milh&amp;otilde;es por ano, em t&amp;ecirc;xteis, aos Estados Unidos. O programa, implementado em 1991, prev&amp;ecirc; tarifa zero para a entrada de seis mil produtos no mercado norte-americano em troca da erradica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de drogas na Comunidade Andina.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A suspens&amp;atilde;o das prefer&amp;ecirc;ncias tarif&amp;aacute;rias oferecidas a produtos bolivianos foi anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, no final de setembro sob a justificativa de que o governo boliviano n&amp;atilde;o vinha colaborando na luta contra o narcotr&amp;aacute;fico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No comunicado de hoje (17), os presidentes latino-americanos e caribenhos se dizem conscientes de que a luta comum contra o problema mundial das drogas &amp;eacute; uma &amp;ldquo;prioridade&amp;rdquo;, e &amp;ldquo;encorajam&amp;rdquo; os governos dos Estados Unidos e da Bol&amp;iacute;via a dialogar no sentido de manter a coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o bilateral.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ontem (16), os chefes de Estado do Mercosul j&amp;aacute; haviam manifestado seu apoio &amp;agrave; Bol&amp;iacute;via, anunciando a flexibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das regras de com&amp;eacute;rcio para facilitar a importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de produtos bolivianos, de forma a compensar a perda do mercado norte-americano. &lt;/p&gt;<![CDATA[<p><a href="http://guedesepinheiro.com.br/esp/noticias/noticia.asp?id=5908">vea más &#187;</a></p>]]></description></item></channel></rss>